terça-feira, maio 26, 2009

COMPREI!!!

Quero gritar COMPREI!!!

O Ap que eu quis. Vou ser a mulher mais sem dinheiro da face da terra nos próximos meses, mas eu estou feliz!! Dura, mas feliz.

:-)

PS - E agorinha fui ver o meu I-Ching do dia. Olha só: tô fazendo tudo direitinho, segundo a cultura oriental.

Wu Wang: A Simplicidade
Ouça o que lhe sugere a sua voz interior e prossiga fazendo as coisas que sabe serem certas. É importante também que você não aja mirando um objetivo ou com a expectativa de uma recompensa monetária. Seja simples e ouça o seu ser profundo, assim seguirá de modo livre e sereno.

Ieba !!!!!!!!!! :-)

domingo, maio 24, 2009

Haicus latinos

É assim que os poeminhas curtos se chamam no resto do mundo - haicus.

O Ciro, um amigo, me enviou. Tá registrado.


Los sentimientos
son inocentes
como armas blancas
---
Hay pocas cosas
tan ensordecedoras
como el silencio

---
Me gustaría
mirar todo de lejos
pero contigo


Mario Benedetti
Rincon de Haicus

--

terça-feira, maio 19, 2009

O conto

Acabei me inspirando em nós duas
Misturei histórias e sentidos
Nem sei se ficou bom
Mas sei que ficou um desejo, só isso

domingo, maio 17, 2009

Cheguei agora, no vento

Quem viveu a juventude na década de 80 lembra desta música do Walter Franco. Ganhei hoje de presente. A letra diz tudo, a melodia cheira passado, o conjunto me empurra pra frente. A gente não devia nunca esquecer o que passou e foi bom. Escute.


Serra do Luar



Amor, vim te buscar, em pensamento


Cheguei agora, no vento



Amor não chora, de sofrimento


Cheguei agora, no vento


Eu só voltei pra te contar


Viajei, fui pra Serra do Luar


Mergulhei, ah, eu quis voar


Agora vem, vem pra terra descansar


Viver é afinar um instrumento


De dentro pra fora, de fora pra dentro


A toda hora, a todo momento


De dentro pra fora, de fora pra dentro

;-)



sábado, maio 16, 2009

O tempo dos outros

Dias como hoje são esquisitos. Dias em que os planos ficam em suspenso.
A decisão já foi feita, não há mais dúvidas, mas algumas peças não se encaixam.
Não há nada o que se possa fazer e a gente é obrigado a esperar.
Todo mundó já passou por isso, eu imagino. É uma sensação de desamparo.
Acho que tudo isso vem para exercitar a minha paciência.
Eu, que fui treinada para conseguir tudo para ontem, na rapidez do raio, sou obrigada a esperar o tempo dos outros...
Ironia... onde está a minha auto-suficiência?
A solução é respirar fundo e torcer para que a espera passe mais rápido do que eu possa sentir.
.

quinta-feira, maio 14, 2009

O velho chavão

É chavão, mas é a pura verdade:

Tem dias que a gente não devia nem levantar da cama......

:-()

domingo, maio 10, 2009

Sou mãe em Lua

Recebi isso e gostei. Tá registrado.

A mãe com o signo lunar em Áries é toda sinceridade. Apressada, às vezes
impaciente, mas quase uma criança na manifestação espontânea de seu amor. O
melhor lado que ela tem a oferecer ao mundo é a fé: a crença de que as coisas
podem e devem ser melhores do que são. Essa mãe também é voltada para o
imediato, para o agora. Sua vida é uma sucessão de momentos intensos como os de
alguém que deseja aproveitar ao máximo a vida. Para ela, tudo é à flor da pele.
É uma criatura aventureira, mas sabe se dedicar muito bem à tarefa de ser mãe.

sexta-feira, maio 08, 2009

O beijo

Eu estava em um lado do balcão, com a Bia, e o vi do outro lado, através do vidro.
Íamos comprar algo, pizza, eu acho.
Ele me viu, sorriu, falou oi, contornou o balcão e veio me beijar.
Dei o rosto, mas ele queria ir além.
Então, eu resisti, surpreendida, e caí assustada no meu corpo deitado e, agora, ofegante.
Por que recusei o beijo? Ainda não é a hora, eu pensei. Que estúpida, me xinguei.
Só sei que foi difícil retomar o sono nesta madrugada.
Ando sonhando demais nos últimos tempos.

domingo, maio 03, 2009

A profecia da Ana

Minha amiga Ana tem a mania de profetizar sobre a vida de seus amigos. Não ligo não. Acho divertido até, mesmo porque ela já acertou algumas vezes. Mas confesso que às vezes me dá um frio na espinha o que ela diz sobre o meu possível futuro.
A última profecia da Ana é sobre a solidão. A minha solidão.
Não ligo de estar só. De verdade, estou curtindo o "descasamento" em doses homeopáticas. Foi uma escolha minha e, aos poucos, vou fazendo o que posso para consolidá-la, digo, a separação.
Assim, o primeiro passo foi estar só do ponto de vista afetivo. Ou seja, já está claro para mim e para o outro que acabou, que somos amigos e podemos viver bem com isso. E está sendo ótimo para mim viver isso no dia-a-dia. Por si só já é uma história bem diferente das que conheço por aí sobre separações, a maioria delas dramáticas e rancorosas. É lógico que há dor no processo, mas eu estou me saindo bem com ela e acho que ele também.
Até a Bia já entendeu que vamos morar em casas separadas e tem me acompanhado na melhor parte desta fase da nossa história: a procura pela nova casa ideal. Tem sido delicioso olhar aps ocupados, vazios e até em construção.
Então, voltando à Ana, o que ela diz é que, de fato, apesar desta minha solidão por opção, eu ainda não estou assim tão só. Porque ainda não mudei de casa, minha separação ainda não é visual para o grande público e a Bia está sempre comigo.
E ela profetiza que a pior parte, a que é mais dolorida ainda do que a descoberta que o casamento acabou, é a solidão quando ninguém mais estará comigo no dia-a-dia. "Aí você vai sentir!"
E que ninguém pense que ela diz isso por mal, porque a Ana nunca quer o meu mal. Ela fala isso como falaria "nascemos, crescemos, envelhecemos e morremos". Para ela, esse será o curso natural das coisas. Ela profetiza: você só saberá o quanto está curtindo a solidão quando o telefone tocar e não tiver vontade de atender. Só aí, completa, estará feliz se sabendo sozinha de verdade.
Pode ser, Ana, eu digo. Mas o fato é que tudo até agora foi encabeçado e decidido por mim. E as decisões sempre foram solitárias, por mais que eu buscasse ajuda, apoio e conselhos aqui e ali. E eu também não acredito que as fórmulas são iguais para todos. Aliás, tenho a pretensão de fazer as coisas diferentes. É um desafio pessoal.
Por tudo isso, amiga, se tiver que vir a tal da "solidão pior", que venha. Eu estou duvidando.
E, se vier, no fundo, no fundo, eu acho que já estou bem preparada para ela.

:-)

Ninguém é perfeito

Estou chocada: hoje eu, com quase 43 anos, descobri que minha tia de 85 anos é corintiana...
Adora a Fiel... Cai das nuvens.
;-(

terça-feira, abril 28, 2009

O sorriso de Monalisa

A Bia tem tido aulas de artes na escola. Outro dia, me disse que adorava a Monalisa, que era a pintura mais importante do mundo. Perguntei a ela se sabia que a Monalisa "olhava para as pessos". E ela me respondeu:

- Sei, mãe. É assim: se você olha a Monalisa de frente, parece que ela está olhando para você. Se você a vê de lado, parece que ela está olhando de lado para você.... Mas.... se você está olhando a Monalisa de costas..... Bem, aí não dá pra ver nada, né!

É, tem muita gente por aí tentando ver a Monalisa de costas!





Tudo terminando bem

Adoro dias como o de hoje. Começou, assim, sem nenhuma perspectiva e terminou.. ah, em paz, feliz eu diria.
Madruguei para estar no jornal às 7h. Mau humor em alta, é lógico. Sono, trânsito, frio, neblina e, na pauta, a gripe do porco a me atormentar.
Vamos lá, cada coisa tem que ser feita no seu horário, e eu esquecendo várias das coisas: o post no blog, a entrada na rádio, a ronda na internet, o fone tocando, o rádio e a TV ligados, tudo ao mesmo tempo agora.
Deus!, eu ainda tenho que finalizar a pauta (e é lógico que não vou conseguir almoçar) e depois ainda tenho que escrever a coluna toda do próximo domingo para fechar hoje. E, para piorar, minhas tonturas estão voltando, já sei, estou relaxando na dieta.
A manhã passou num piscar de olhos e eu ainda tenho uma reunião às duas e preciso comer. Engulo uma sopa quase que na hora do lanche. Quando vejo, são 4 da tarde. E ainda falta a coluna do próximo domingo. E tenho que pegar a Bia no ballet às 8 e meia - não dá pra sair muito tarde do jornal.
Então, comecei a escrever, entre a pergunta de um repórter, o telefone tocando, o chefe me chamando. Fui puxando uma lembrança aqui, um frase acolá, parava, voltava a escrever. Pensei: "Esta vai ficar horrível", mas vamos continuar. Descarto quase tudo que rascunhei ontem à noite, quando estava sentada na minha cama, com a Bia do lado, lendo gibi.
E, quase 7, terminei. E.... adorei o que escrevi. Como há muito não gostava. Ficou demais.
Foram 12 horas dentro do jornal e, por incrível que pareça, sai de lá feliz.
Dando graças por não desistir de escrever. É que, nestes dias nebulosos, eu muitas vezes penso em parar...
Bem, o resto da noite foi ótimo. No carro, voltei rápido ao som "The Miracle of Love", peguei a Bia, passeamos no clube e agora estou aqui. Fechando a noite.
Dia normal. Dia em que, no fim, tudo terminou bem.

:)

domingo, abril 26, 2009

Agora com os pés no chão

Parece que agora eles pisaram no chão.
É como se nenhum deles quisesse mais se arriscar em devaneios e fantasias.
É um pouco triste isso. Porque o que há por trás é uma tentativa de brecar o desejo.
Mas o desejo é como um curso d'água represado, que um dia precisa escoar.
Então, com os pés no chão, eles se esforçam para contê-lo, mas intuem que um dia ele vai transbordar descontroladamente. Novamente.
Só não sabem de qual forma. E se isso lhes trará a felicidade.

Mas também há nisso o seu lado bom. Sempre há.
Com os pés nos chão, eles repassam sua história, analisam o que foi certo e errado.
Eles afastam as culpas, acalmam o coração, respiram com folga.
Talvez sonhem. Quem sabe têm planos curtos, porque não querem mais nada a longo prazo. Pode ser.
É que nada que tentem pensar além alegra a sua alma.
É certo que vivem conformados por ter o mínimo, e se sentem seguros porque o mínimo está no agora, na vida que parece real.
Mas não é.

quarta-feira, abril 22, 2009

Uma História um Pouco Esquisita

Era uma vez um príncipe diferente dos outros. Ele era um pouco feio, um pouco estranho, um pouco torto e um pouco azarado também.

Um dia, esse príncipe foi preso na torre por uma princesa horrorosa, chata, mandona e feia de doer. O coitado ficou se sentindo muito mal, pior que um sapo perdido na areia do deserto.

Por sorte, uma bruxa muito interessante, bonita, alegre e engraçada ficou sabendo da terrível maldade. Não perdeu tempo, montou o cavalo nas costas e correu para lá.

Chegando, gritou: "Ó príncipe amado, joga-me tuas tranças! Eu vim te salvar!"

O príncipe ficou tão feliz com a chegada dela que, sem pensar, pulou lá de cima. Caiu no cavalo, quebrou uma perna, dois dentes da frente, torceu as costelas, rasgou toda a roupa e, como se não bastasse, perdeu a peruca também. O que aconteceu com o pobre cavalo ninguém sabe.

O príncipe se arrebentou inteiro, mas a bruxa, que o amava, cuidou tão bem dele que o moço ficou bonzinho, só um pouco mais torto do que antes.

A bruxa e o príncipe mudaram para longe, para uma terra distante, bem mais bonita que aquela, e compraram um castelo antigo, lindo, que ficava no alto de uma montanha. E aí aconteceu, de verdade, o que ninguém acreditava que fosse acontecer; eles viveram juntinhos para sempre, felizes, cheios de amor.

FIM

NOTA DE RODAPÉ: Um dia, quando eles já eram velhinhos e continuavam felizes, ficaram sabendo que a princesa malvada tinha se casado com um dragão. Um dragão que sabia queimar a maldade dela com o fogo das ventas.


Este texto não é meu. É do Felpo Filva, personagem da Eva Furnari. É que tenho lido muitos livros infantis ultimamente. Até porque a Bia tem 8 e leio tudo o que cai nas mãos dela. Outro dia, na escola, pediram a leitura do Felpo Filva (Moderna). Adorei. Acho que porque continuo romântica, acreditando no amor quando todo mundo já tem a certeza de que ele é impossível e improvável. Que pessoa teimosa eu sou. Ainda bem.

:-)

terça-feira, março 17, 2009

Mais Biscoitos

E, agora, eu não sinto o cheiro de biscoito quente só durante a noite,
quando eu chego em casa,
ou de madrugada,
debruçada na janela da minha cozinha.

Agora, o cheiro também vem durante o dia,
nas manhãs de sol, nas tardes de chuva e mormaço.
E, o que é ainda melhor:
agora, eu também já sei fazer os meus próprios biscoitos.

:-)

terça-feira, março 10, 2009

Mais Quatro

Eu te amo
Sinto muito
Me perdoe
Muito obrigada

quinta-feira, março 05, 2009

Inferno na terra

Acho que se esse calor infernal não acabar logo eu vou morrer...
Morrer de mau humor.
Os dias até que começam bem, mas conforme as horas passam
o calor aumenta, as pessoas cansadas, arfando, suando...
Tudo irrita.
Os telefones não atendem e, quando atende, ninguém se entende.
Celulares que falham... não sei porque os inventaram.
Nada está bom.
A barriga dói, o estômago enjoa, dá vontade de chorar.
As caras ficam feias, os cabelos desgruvinhados, os lugares abafados...
O ar-condicionado esfria e eu tenho que colocar uma blusa mesmo suada.
E depois tirar pra ir pra rua. Fico gelada e pego fogo.
Eu só gosto de calor na praia, na piscina, ao lado de um copo de cerveja

segunda-feira, março 02, 2009

Presente da Querida Su

Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais.
Falar menos. Chorar menos.

Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm
e não a inveja que prepotentemente penso que têm.

Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática as palavras que se
fazem gestos
e os gestos que se fazem palavras.
Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.

Saber realizar os sonhos que nascem em mim
e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhos.
Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis;
aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto,
a cada nova flor,
a cada novo calor,
a cada nova geada,
a cada novo dia.

Que eu possa sonhar o ar,
sonhar o mar,
sonhar o amar,
sonhar o amalgamar.

Que eu me permita o silêncio das formas,
dos movimentos,
do impossível,
da imensidão de toda profundeza.

Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque,
pelo sentir,
pelo compreender,
pelo segredo das coisas mais raras,
pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela, alma, ouve e só
ela, alma, responde).

Que eu saiba dimensionar o calor,
experimentar a forma,
vislumbrar as curvas,
desenhar as retas,
e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações
da vida.

Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas.

Que eu saiba perder meus caminhos,
mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.

Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo.
Que eu não tenha medo de meus medos!

Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis,
e desperte com o coração cheio de esperanças.

Que eu faça de mim um ser sereno dentro de minha própria turbulência,
sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos,
humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas.

Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão.

Permita-me eu ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei;
traduzir o que os mestres ensinaram
e compreender a alegria com que os simples traduzem suas
experiências;

respeitar incondicionalmente o ser;
auxiliar a solidão de quem
chegou,
render-me ao motivo de quem partiu e
aceitar a saudade de quem ficou.

Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado,
fazer gentilezas quando recebo
carinhos;
fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.

Que eu jamais
fique só, mesmo quando eu me queira só.


Obrigada Suzete

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Verdades

Há verdades que a gente escuta, vê, ou dizem pra gente. São fatos concretos, conclusões de histórias, inícios de outras, fotos nítidas, coisas que se encaixam nos padrões, que se colocam como totalmente reais e irrefutáveis. Se contraditas, viram mentiras, engodos, invenções. Essas são verdades mais fáceis da gente lidar, mais racionais, por serem palpáveis.
Mas há outras verdades. Aquelas que a gente sente e percebe. Aquelas que, às vezes, parecem o oposto do que estamos vendo ou dizendo. Está lá uma situação que parece perfeita e feliz, mas não é. Não vemos, mas sentimos, percebemos. Alguém se esforça num discurso, numa relação, numa situação, até acredita nela, mas aquilo tudo, sabemos sem entender como, não é verdade. Mas também não é mentira. São enganos. Podem ser fugas. Impossível julgar. Acredito que é isso o que chamam por aí de intuição. Mas tem quem também chame isso de fantasia. E fantasia surge do desejo, que às vezes é impossível de ser realizado.
Eu, que já me achei muito racional, ultimamente tenho me visto no meio dessas duas verdades. Em algumas situações, tento acreditar no que me mostram, no que parece real, mas sinto cada vez com mais certeza uma outra verdade.
Me entregar a ela significa seguir a minha intuição, com um desafio de discernir até onde ela é real e até onde ela é só um fruto da mais doce fantasia que eu criei.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Quietude

O mundo anda quieto ultimamente.
E eu estou querendo colaborar com o silêncio...
Ficar só com os meus pensamentos, na solidão do silêncio.

Até porque já tenho respostas,
mas isso não importa para mais ninguém.
O que eu penso, o que eu sinto... a mais ninguém...